Você sabia que no dia 22 de Setembro é comemorado o aniversário do Rio Tietê? Você sabia que sua nascente fica em Salesópolis e termina depois de 1136km, lá em Itapura? O Central Plaza, em parceria com o Projeto Reciclando Vidas apresentará uma Exposição com muitas curiosidades e a trajetória do Rio Tietê, desde sua nascente até o seu ponto final. Poderão ser apreciadas lindas e também algumas tristes imagens do nosso Rio Verdadeiro, ao atravessar todo o estado de São Paulo. Além de homenagearmos nosso Rio, queremos chamar a atenção para todo o cuidado que devemos ter com nossas águas e outras riquezas naturais do planeta.

Local: Praça de Eventos

Exposição: Tietê. Imagens que o Brasil não vê.

Período: 01 a 22 de setembro

Ação especial: Em comemoração ao aniversário do Rio Tietê, o Shopping vai distribuir sementes de Ipê, aos visitantes da exposição, no dia 22/09.

Você sabia que cada árvore  consegue absorver uma tonelada de gás carbônico, além de contribuir para minimizar o efeito estufa? É o Central Plaza pensando muito mais na Natureza e em você!Você sabia que no dia 22 de Setembro é comemorado o aniversário do Rio Tietê?Você sabia que sua nascente fica em Salesópolis e termina depois de 1136km, lá em Itapura?O Central Plaza, em parceria com o Projeto Reciclando Vidas apresentará uma Exposição com muitas curiosidades e a trajetória do Rio Tietê, desde sua nascente até o seu ponto final.Poderão ser apreciadas lindas e também algumas tristes imagens do nosso Rio Verdadeiro, ao atravessar todo o estado de São Paulo.Além de homenagearmos nosso Rio, queremos chamar a atenção para todo o cuidado que devemos ter com nossas águas e outras riquezas naturais do planeta.

Governo lança plano ousado para promover produção e consumo sustentáveis

Foto Governo lança plano ousado para promover produção e consumo sustentáveis
Um conjunto de ações articuladas, que prometem uma revolução nas relações de consumo no Brasil, está em consulta pública no site do MMA de 21 de setembro até 11 de novembro de 2010.

22/09/2010

Nos próximos três anos, o Ministério do Meio Ambiente (MMA) vai trabalhar em conjunto com diversos atores para promover mudanças em nossos padrões de produção e consumo. Os atuais padrões logo não serão compatíveis com os limites físicos do planeta e o Brasil precisa estar preparado. Para isso, o MMA pretende mexer até nas prateleiras dos supermercados.

Um conjunto de ações articuladas que prometem uma revolução nas relações de consumo no Brasil entra em consulta pública no site do MMA de 21 de setembro até 11 de novembro de 2010. Em estrita consonância com novos marcos legais, como a Política Nacional de Resíduos Sólidos e as resoluções do Conama, o Plano de Ação para Produção e Consumo Sustentáveis (PPCS) quer colocar na mesma mesa atores importantes do governo, do setor produtivo e da sociedade civil para mostrar que responsabilidade socioambiental dá lucro e ajuda a mover o país em direção ao desenvolvimento sustentável.

“Vamos convocar a sociedade! A ideia é sair da zona do conforto e agir imediatamente”, avisa a secretária da Articulação Institucional e Cidadania Ambiental, Samyra Crespo, responsável também pela campanha Saco é um Saco, que já retirou dos supermercados 800 milhões de sacolas plásticas potencialmente nocivas ao meio ambiente. Como foi formulado, o Plano é um “guarda-chuva” de programas governamentais e ações do setor privado e da sociedade civil previstas e em curso, uma agenda positiva para mostrar os esforços que o governo e a sociedade estão fazendo. A ideia central do Plano é a articulação entre essas iniciativas, de maneira a fomentar a mudança para padrões mais sustentáveis de produção e consumo.

O novo plano está disponível para contribuições durante o período de consulta pública, que durará 45 dias, no site www.mma.gov.br/ppcs. “A vida das pessoas vai ser afetada diretamente, por isso pedimos que elas participem, por meio de suas organizações da sociedade civil, empresas e órgãos públicos”, solicita Samyra. As sugestões serão analisadas pelo Comitê Gestor do Plano e podem fazer parte do documento final, que estará pronto ainda este ano. O Plano pretende que o consumo consciente deixe de ser visto como “alternativo” e passe de segmento de mercado à regra geral.

Com seis prioridades selecionadas para o primeiro ciclo, previsão de prazos e sob constante acompanhamento, o plano está previsto para ser implementado em três anos (2011-2013). As prioridades inicialmente selecionadas são: educação para o consumo sustentável, construções sustentáveis, agenda ambiental na administração pública (A3P), varejo e consumo sustentáveis, compras públicas sustentáveis e aumento da reciclagem de resíduos sólidos.

O PPCS é fruto da constatação de que o consumidor brasileiro está cada vez mais atento à questão da sustentabilidade. Pesquisas de diversos institutos revelam que, se pudesse escolher, considerando preço e qualidade, o brasileiro preferiria produtos que não agridem o meio ambiente. Samyra reconhece as dificuldades em estabelecer novos padrões de produção e consumo, mas acredita que com informações suficientes e produtos chegando às prateleiras dos supermercados a preços acessíveis e com responsabilidade ambiental comprovada, as mudanças podem começar no curto prazo.

É esta a análise que faz com que a espinha dorsal do Plano seja a articulação entre os diversos setores da sociedade brasileira para ampliar o mercado de produtos sustentáveis e promover a mudança de hábitos de consumo.

Serviço:
Consulta Pública do Plano de Ação para Produção e Consumo Sustentáveis: www.mma.gov.br/ppcs
Endereço eletrônico institucional: ppcs@mma.gov.br

Foto Cidades já consomem 70% dos recursos naturais do planeta
Relatório inédito do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente apresentado em Curitiba, nesta quinta-feira,  revela que serviços ambientais podem economizar tempo e dinheiro para as economia dos estados e municípios.

09/09/2010

Paulenir Constâncio

Dados da Organização das Nações Unidas constatam que mais da metade da população mundial está nas cidades e já é responsável pelo consumo de 70% de todos os recursos que o homem retira da natureza. Até 2050, com a estimativa de que a população do planeta supere 9,2 bilhões, a Terra terá 6 bilhões de habitantes, quase 90% da população atual, vivendo no espaço urbano. Diante desses números, governos estaduais, prefeituras e comunidades precisam reconhecer o valor do capital natural (água, solo, biodiversidade). Os formuladores de políticas públicas têm razões de sobra para tentar encontrar, o mais rápido possível, soluções de combate à degradação dos ecossistemas e minimização da perda da biodiversidade.

O alerta está no relatório “A Economia dos Ecossistemas e da Biodiversidade para Políticas Locais e Regionais (TEEB, sigla em inglês)”, lançado no Brasil, em workshop realizado nesta quinta-feira (09/09) em Curitiba (PR) e simultaneamente na Bélgica, Índia, Japão e na África do Sul. Nele, 140 especialistas das áreas de ciência, economia e política de mais de 40 países concluíram que os serviços ambientais podem impulsionar as economias locais, gerar milhões de novos empregos e melhorar a qualidade de vida nas cidades.

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Ministra defende convergência entre biodiversidade e clima

10/09/2010

Carlos Américo

A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, disse, nesta sexta-feira (10/09), que o engajamento do Brasil é decisivo para o sucesso da 10ª Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB). Ela participou, em Brasília, de oficina de trabalho com a sociedade civil que discutiu metas para a conservação da biodiversidade a serem levadas para a Conferência (COP-10), em Nagoya, no Japão, de 18 a 29 de outubro.

Para a ministra, é preciso criar convergência entre os debates sobre biodiversidade e mudanças climáticas. Segundo ela, o Brasil vai fazer um evento paralelo, na COP, para discutir os dois temas. Leia o restante »

Concessão estimula economia florestal sustentável na BR-163

10/09/2010

A concessão na Florestal Nacional do Crepori, no Pará, é a primeira a ser realizada na região de influência direta da BR-163 e tem o objetivo de estimular o desenvolvimento de uma economia florestal sustentável no sudoeste do estado.

“Este edital representa uma ação concreta de fomento ao setor produtivo para que suas atividades ocorram de forma legal e com a conservação da floresta, e não de maneira ilegal, predatória e com ocupação de terras públicas como havia antigamente”, diz o diretor-geral do Serviço Florestal, Antônio Carlos Hummel.

A licitação vai disponibilizar 231 mil hectares para o manejo florestal, – área quase duas vezes maior que o município do Rio de Janeiro – e permitirá uma produção de cerca de 115 mil metros cúbicos de madeira por ano, com receita estimada de R$ 4,8 milhões anuais.

Áreas legalizadas – Uma das maiores demandas do setor produtivo da BR-163 é a existência de áreas legalizadas para a realização do manejo desde que uma série de medidas tomadas pelo governo cercearam o uso indevido de terras públicas, fosse pela grilagem de terras ou pela retirada de madeira sem autorização. Leia o restante »